Manoel de Oliveira para o Le Monde

Manoel de Oliveira, Agosto, 2007
© 2007 nelson d’aires
Hoje no jornal Le Monde.
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Manoel de Oliveira, Agosto, 2007
© 2007 nelson d’aires
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Pedro Russo, Coordenador do Ano Internacional da Astronomia 2009
© 2007, nelson d' aires
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no último fim de semana de abril, entre um casamento e um baptizado, acompanhei uma jornalista (Patrícia Carvalho) para fazer uns retratos de "testemunhos reais de quem tem estudos mas não conseguiu um lugar ao sol." a reportagem foi publicada no último número da NS (5 de maio).

paulo praça, fevereiro de 2007
© nelson d' aires
paulo praça é de cá da minha terrinha que se chama Vila do Conde. o paulo é um amigo recente, no entanto já lhe conheço desde o tempo de liceu em comum e toda a carreira musical de toda a sua vida (turbo junkie, Grace e Plaza). é amigo antigo de muitos meus amigos e por isso natural eu tropeçar nele e vice-versa.

pornografia erudita de valter hugo mãe
© nelson d' aires - capa do livro
a capa do livro acima é da minha autoria (obrigado Pedro Guimarães e Rui Pires por me terem emprestado o equipamento). no entanto, o mais importante está lá dentro, que é, a poesia do valter hugo mãe.
João Rios, "O cão dos dedos" (imagem digilizada da capa do livro)
© nelson d’aires - fotografia da capa
(clique na imagem para ver a fotografia na íntegra)
há uns meses atrás o meu amigo João Rios deu-me para as mãos um envelope de cor castanha. pediu-me para ler o seu interior quando eu estivesse no meu sossego. e, no fim da leitura lhe respondesse se tinha ou não uma fotografia minha para a capa do seu novo livro. li todos os poemas no dia seguinte. meses mais tarde encontro a fotografia e mostro-a. “que posso esquecer sobre isso” (pág. 7), foi um sim a morder.
do livro seguem dois poemas:
quero as mãos
as mãos da parteira
para cuspir-lhes a tesoura
---
querias tanto a minha vida
que não deixaste abrir a
janela
não fosse esperar-me o mundo
com sua epidemia
o livro deve já estar à venda numa livraria perto de si. se passarem pela capa, não se fiquem apenas pelo exterior. abram “se mais não puder o braço” (pág.46), “o sangue das legendas” (pág. 40).